03 — Os mercados
O Meio-Oeste e o Nordeste estão na frente
No país como um todo, os preços dos imóveis subiram apenas 1,9% nos 12 meses até julho de 2026. Esse número esconde uma grande diferença entre regiões. Chicago (+6,9%), Nova York (+5,8%) e Cleveland (+4,2%) foram as três cidades mais fortes entre as 20 do índice (S&P Cotality Case-Shiller, setembro de 2026). Boa parte do Oeste e do Sun Belt teve desempenho mais fraco, uma tendência que começou antes de 2025.
Os aluguéis seguem o mesmo padrão (Zillow, outubro de 2026).
| Região metropolitana |
Valor do imóvel, var. anual |
Aluguel, var. anual |
Aluguel típico |
Rendimento bruto |
| Chicago |
+5,1% |
+4,7% |
US$2.163 |
7,2% |
| Cleveland |
+3,8% |
+4,5% |
US$1.440 |
6,9% |
| Nova York |
+4,8% |
+4,2% |
US$3.546 |
5,8% |
| Detroit |
+1,5% |
+4,2% |
US$1.514 |
6,9% |
| Filadélfia |
+2,4% |
+3,3% |
US$1.903 |
5,9% |
| Miami |
+0,9% |
+1,8% |
US$2.654 |
6,7% |
| San Antonio |
−1,9% |
−0,7% |
US$1.415 |
6,2% |
| Estados Unidos |
+1,0% |
+2,7% |
US$1.932 |
6,3% |
Fonte: Zillow, dados de setembro de 2026. O rendimento bruto é um cálculo da Bricksave: o aluguel típico de um ano dividido pelo valor típico do imóvel, antes dos custos.
Chicago combina a maior valorização com o maior rendimento bruto dos três mercados principais. Cleveland tem os preços de entrada mais baixos, mas o número de imóveis à venda subiu 16,6%, o que pode desacelerar a valorização no próximo ano. San Antonio ainda está absorvendo uma onda de oferta nova, com valores e aluguéis em queda.